sábado, 3 de maio de 2008
Brasil x Itália
And Berlusconi still thinks the immigration, to Italy, is the real source of problems? Tsc tsc
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This post is decicated to Mo7a and Roffe (Tony). Two of my friends that dont speak portuguese and for whom i've tried my best to write in english.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Trash TV
Vamos ao primeiro caso. Um lutador de sumo e um orangotango...é o programa mais non-sense possível. Trata-se de um cabo-de-guerra em que um dos dois participantes irá cair de cara na lama. Tradução: uma idéia estúpida levada à telinha. Certamente, a intenção do criador deste programa não era produzir algo de qualidade. A não ser que quisessem, justamente, que o espectador começasse a se rebelar contra um sistema que aliena a sociedade através de uma programação acéfala baseada no prazer instantâneo. Right!
Por outro lado, existem aquelas 'mentes brilhantes' que querem levar cultura erudita às massas. Exemplo: por que não unir hinos de futebol (massa) com a Orquestra Sinfônica Brasileira (supostamente erudita)? Aliás, acho que a OSB deve estar sem ter o que fazer porque....isso não é sério? Uma pena que ainda não tenha reunido a nona sinfonia de Beethoven com "Ei Galvão vai tomar no Cú". Seria......LÍRICO!
É estranho que no segundo caso, apesar de ninguém realmente aprovar, valoriza a tentativa acreditando que realmente querem lhes educar. Sabem que atrapalha e que não tem nada a ver com o jogo em si. No entanto, como poucas vezes tem acesso ao que seria cultura da “elite”, acabam achando que é uma idéia maravilhosa e que ainda bem que mostraram algo além de mulheres-melancias e danças do quadrado (aliás, em que mundo terrível nós vivemos).
Entretanto, acabam por esquecer – e aceitar mais facilmente – que na realidade continuam apenas absorvendo a mesma Trash TV. Os mesmos programas de auditório, os mesmos intermináveis jogos de futebol, as mesmas fofocas de pseudo-celebridades, as mesmas cenas apelativas nas novelas com as mesmas histórias. Enquanto isso, entupimos nossa memória com as informações inúteis e deletamos as que não deveríamos de forma alguma esquecer.
A atual, e horrenda, história da Isabella poderia ilustrar o que digo. Por enquanto há uma enorme comoção. Pessoas prometendo linchar os criminosos. Porém, quanto tempo levará até que esqueçam o que aconteceu? Prova cabal é que Paula Thomaz e Guilherme de Pádua estão soltos e ninguém apedrejou ou os xingou nos jornais. O menino que havia sido arrastado por um carro, preso ao cinto...alguém lembra seu nome? Os assassinos do índio Galdino estão trabalhando. Os que afogaram um estudante de medicina da USP se formaram. Collor eleito em Alagoas.
Mas o brasileiro não é um povo sem memória...só tem memória seletiva. Lembra perfeitamente de todos os vencedores de BBBs e todos os resultados dos mais variados campeonatos sabendo inclusive se o gol foi de pênalti, de bicicleta, pulando num pé só... No entanto, reclama que na televisão falta qualidade e culpa a programação pelos seus esquecimentos.
É...não é a toa que o orangotango vence no final.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Queen Nipônico
Esse vídeo achado no charges.com.br é, talvez, a versão mais criativa de Bohemian Rhapsody do Queen.
Comecemos descrevendo o vocalista:
O cantor com trajes iguais aos de Freddie Mercury deve possuir um caso bizarro de herpes (dê uma olhada no lábio superior). Tentei, durante o vídeo inteiro, desviar o olhar, mas era díficil. Aquela verruga, espinha, deformidade ou what ever olhava para a câmera non-stop.
No final do vídeo ele faz uma alusão às bonecas infláveis ou ao sapo Caco (muppets). B-I-Z-A-R-R-O!
Entretanto, os aplausos vão para os companheiros de cena. Os bonecos que tocam muiiiiito bem. Imaginem as horas de treino para mexer os dedos em perfeita sincronia com a música?
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Caso alguém entenda japonês, por favor, envia uma tradução...
quinta-feira, 27 de março de 2008
Pérolas do tio Lula
"Bush, meu filho, resolve tua crise"

- Tio, libera o gás! (ao Evo Morales)
-Mocinha, dá um jeito nesse problema das panelas aí...quero dizer....do panelaço ( à Cristina Kirchner)
-Chávez é o pacificador! (depois de ver o filme c/ o Clooney).....ei....ele já disse isso
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O melhor do discurso foi, na verdade, ele dizendo que se o Bush quisesse o Brasil dava aula de como sair da crise. Com todo respeito (tentando manter algum), os EUA devem estar em uma merda braba para receber conselho ou oferta de ajuda do Brasil, né não?
domingo, 16 de março de 2008
Pulp Fiction e o Kitsch
2-A magazine or book containing lurid subject matter and being characteristically printed on rough, unfinished paper.”
(revista ou livro sensacionalista, que é geralmente publicado e impresso em material de segunda classe)
American Heritage Dictionary
New College Edition
50ft. woman”, são dificilmente levadas a sério devido tanto ao nome quanto à história em si ( para a desgraça do autor, que provavelmente não pretendia causar graça, e sim medo).O filme Pulp Fiction, de Quentin Tarantino, revisita o exagero dessas publicações homônimas. Ao longo do filme, ocorrem várias citações ao estilo. Na cena em que Vincent (John Travolta) e Mia (Uma Thurman) têm seu ‘encontro’ em um restaurante estilo anos 50, fica evidente a alusão. Pôsteres de alguns desses livros e de filmes com estilo semelhante, além de garçons trajados como personagens dessas revistas (Zorro, por exemplo). No pôster de divulgação do filme também há uma clara alusão ao estilo das capas das pulp fictions, desde a diagramação até o efeito ‘desgastado’ (além do detalhe dos 10 cents).
O filme recicla vários elementos kitsch. Quando Vincent e Jules (Samuel L. Jackson) atiram em um jovem que havia roubado a mala de seu patrão (Marsellus Wallace), luzes espocam durante o tiroteio. Esse efeito é proposital, Tarantino queria realmente passar a imagem de exagero com o intuito de fazer com que as cenas violentas parecessem menos violentas. Desde a misteriosa luz dentro da mala, à própria trilha sonora que contém músicas que, fora do filme, seriam consideradas de intenso mau-gosto. A decoração da casa do traficante de drogas com sapatos plataformas coloridos nas estantes entre outros vários cenários extremamente extravagantes e caricatas, enfatizam o caráter kitsch desta produção.Mas o trunfo do filme está na capacidade de transformas todos esses elementos em características cool. Tudo o que é ruim no filme se torna bom porque tanto o diretor como o espectador (se tomarmos como referência alguém com o mínimo de conhecimento crítico) tem uma visão camp a respeito desse desfile de mau-gosto. Além do que a edição torna crível todos os aparentes absurdos. Até a piada proferida por Mia torna-se engraçada dentro do contexto, apesar de que se fosse contada por qualquer outra pessoa em uma ocasião diferente da dela, certamente seria considerada sem-graça.

A cena de dança entre Mia e Vincent, tal como ocorre em “Rocky Horror Picture Show” com a dança Time Warp, se tornou antológica apesar de ser ridícula quando é imitada fora do filme. O efeito cool é causado pelo fato de não ser visto como ridículo, mas como vintage. Fora da época em que foi criada, acaba ganhando um novo significado. Nos anos 50, seria ‘normal’, nos anos 60 ‘brega’ e atualmente, tal dança é resgatada como arte.
O filme pode ser considerado como Kitsch devido a essa alteração na emoção pretendida superficialmente. Cenas como a que a arma acidentalmente dispara na cabeça de um dos ocupantes do carro dirigido por Jules, por exemplo, causaria intensa repulsa se o filme pretendesse ser um mero filme de ação, porém, os espectadores costumam rir de tal cena. Pode-se arriscar a dizer que o tom caricato do filme causa uma suspensão da descrença – se é permitido o trocadilho-. O que era para ser sério torna-se jocoso. Por se tratar de uma sátira aos filmes B e revistas consideradas trash, essa era intenção do diretor.
Tudo que era para ser, apenas, de mau-gosto, causa uma reação bem diferente, seja ela graça ou surpresa. Mas caso fossem apresentados através de outra montagem e com outros intuitos, ou até mesmo em outra época, talvez não fosse capaz de causar tais reações.
Pode se dizer, também, que Pulp Fiction é uma sátira ao Kitsch, depende apenas de quem é o espectador. A cena em que Jules cita um trecho da Bíblia* é um exemplo de como o olhar do espectador influi na definição do que seria Kitsch ou não. Essa passagem não existe realmente na Bíblia, é uma completa deturpação de versículo existente. O vocabulário, apesar de refinado, não faz sentido algum (apesar do personagem extrair vários significados a partir desse trecho). Na primeira vez que o suposto versículo bíblico é proferido, a princípio a impressão é de se tratar de algo mais sério, um momentâneo rompimento do tom satírico do filme, mas a decorrente ausência de sentido deixa claro que não o é. Mas fica a incógnita se Tarantino o fez propositalmente ou se ele realmente intencionava que fosse usado um trecho da Bíblia. No primeiro caso, esse trecho seria apenas um elemento Kitsch dentro do filme (exceto para aqueles que realmente acreditaram que se tratava de algo sério). No segundo caso, o filme inteiro passaria a ser Kitsch, pois se o diretor pretendia ser sério – o que é bastante improvável-, não foi o que conseguiu.
O caminho do homem justo está bloqueado por todos os lados pelas iniqüidades dos egoístas e a tirania dos perversos. Bendito é aquele que, em nome da caridade e da boa vontade, é pastor dos humildes pelo vale das sombras. Pois ele é o verdadeiro guardião de seus irmãos e o salvador dos filhos perdidos. Exercerei sobre eles vingança terrível e furiosos castigos aos que tentarem destruir meus irmãos. E ficarão sabendo que eu sou o Senhor quando Eu executar sobre eles a minha vingança.”
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Esse texto é a parte que me coube de um trabalho em conjunto com srtas. Brunaaaaaaaaa, Leitinho, NatyJoy e o moço Pedro (não arrumamos nenhum apelido tosco para ele).
terça-feira, 11 de março de 2008
Mas hein (2) !!!!
O mais interessante é quando se resolve ligar para o número. O atendente é mudo!!!!
Não é brincadeira!!!! Ligue para o número fornecido!!!!
quarta-feira, 5 de março de 2008
Mas hein?!

É lógico que em um primeiro momento me assustei com a notícia. Qual vocês acham que seria a reação mais apropriada a essa notícia:
- "Só falta acabar com o blush e o pancake também. Aí não saio de casa"
- "O que diabos essa notícia tem a ver com esporte???"(para quem não acessa o site: em verde são as notícias de esporte)
- "Isso é apenas uma forma ridícula de chamar a atenção de uma notícia boba"
- "Tanto ladrão solto e eles se preocupam com pó-de-arroz???"
- "Pobre Fluminense!!!"
obs: para os curiosos, eu conto depois o que havia no texto.









