
sábado, 7 de março de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
Enquanto isso no Peru...
Difícil dizer o que é mais bizarro nesse clipe! Se é o fato da canção ser sobre o “papito” que morreu, o início em um cemitério, a voz irritante da menina, a versão latina do Só Pra Contrariar acompanhando ela ou se é a felicidade que a mini-cantora tem ao dançar e cantar.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Manual de Sobrevivência na Itália !!!

-Reze muito antes de atravessar qualquer rua. Se você achava que as ruas das capitais brasileiras são perigosas... você não viu nada. Lá, quase não há semáforos e todos os motoristas de carros e motos (inclusive algumas freiras ao volante!!!!!) pensam que dirigem para a Ferrari.
-Aliás, italianos são péssimos motoristas e não têm a menor habilidade para estacionar. Fiscais da polícia passam uma hora em cada rua apenas multando. Enquanto estive em Roma, vi um Smart mal estacionado... conseguiram estacionar mal um S-M-A-R-T!!! Agora imagina esse povo estacionando um jipe ou um S.U.V.!!!
-Cuidado com os furtos! Brasileiro tem mania de achar que na Europa não tem disso (cariocas e paulistas são os que mais sofrem com esse mal) e acabam ficando mais relaxados. Big Mistake!!! Até os caras fantasiados de gladiadores roubam os mais distraídos.
-Não se preocupe se não fala italiano! O pessoal gesticula tanto que se contassem uma peça inteira de Shakespeare seria possível entender cada palavra bastando apenas olhar para seus movimentos.
-Meninas...aproveitem!!! Se existe um país recheado de homens bonitos....seu nome é Itália. Mesmo os mestres-de-obras são gatos. E os taxistas, e policiais, e cozinheiros e os padres (!!!!) – mas esqueçam esses últimos por motivos óbvios.
-Prepare a carteira!!! Um dos países mais caros, todos os museus são caríssimos e a comida também. Um bom negócio é economizar com o transporte e sair andando por aí. Só que dependendo da cidade você vai caminhar muiiiiiiiiiiiiito.
-Não existem supermercados. Ou então estão em algum buraco negro porque não são achados a olho nu.
-Assim como em muitos países da Europa, não há catraca no ônibus. Basta entrar e validar seu bilhete. Só que por ali, a quantidade de pessoas que simplesmente entram sem pagar é muito maior do que nos demais. Certa vez, enquanto estava em um buzão, um fiscal gritou para que todos que não tivessem bilhete saíssem. Resultado: saída em massa, + ou – 75% dos passageiros resolveram descer.
-Não existem filas!
-Aliás, italianos são péssimos motoristas e não têm a menor habilidade para estacionar. Fiscais da polícia passam uma hora em cada rua apenas multando. Enquanto estive em Roma, vi um Smart mal estacionado... conseguiram estacionar mal um S-M-A-R-T!!! Agora imagina esse povo estacionando um jipe ou um S.U.V.!!!
-Cuidado com os furtos! Brasileiro tem mania de achar que na Europa não tem disso (cariocas e paulistas são os que mais sofrem com esse mal) e acabam ficando mais relaxados. Big Mistake!!! Até os caras fantasiados de gladiadores roubam os mais distraídos.
-Não se preocupe se não fala italiano! O pessoal gesticula tanto que se contassem uma peça inteira de Shakespeare seria possível entender cada palavra bastando apenas olhar para seus movimentos.
-Meninas...aproveitem!!! Se existe um país recheado de homens bonitos....seu nome é Itália. Mesmo os mestres-de-obras são gatos. E os taxistas, e policiais, e cozinheiros e os padres (!!!!) – mas esqueçam esses últimos por motivos óbvios.
-Prepare a carteira!!! Um dos países mais caros, todos os museus são caríssimos e a comida também. Um bom negócio é economizar com o transporte e sair andando por aí. Só que dependendo da cidade você vai caminhar muiiiiiiiiiiiiito.
-Não existem supermercados. Ou então estão em algum buraco negro porque não são achados a olho nu.
-Assim como em muitos países da Europa, não há catraca no ônibus. Basta entrar e validar seu bilhete. Só que por ali, a quantidade de pessoas que simplesmente entram sem pagar é muito maior do que nos demais. Certa vez, enquanto estava em um buzão, um fiscal gritou para que todos que não tivessem bilhete saíssem. Resultado: saída em massa, + ou – 75% dos passageiros resolveram descer.
-Não existem filas!
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Conto de fadas do séc XXI
Tempos modernos..............................
Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa, independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas, uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...
E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava: 'Nem fo...den...do!'.
------------------------------
enviado por lu-lilicasl e dedicado à ela e às minhas amigas de Portugal e México
Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa, independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas, uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...
E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava: 'Nem fo...den...do!'.
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enviado por lu-lilicasl e dedicado à ela e às minhas amigas de Portugal e México
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Vídeos pelo mundo.
INGLATERRA:
MÉXICO:
PORTUGAL:
ESPANHA:
ITÁLIA:
HOLANDA:
BRASIL:
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com colaboração de Raq9
MÉXICO:
PORTUGAL:
ESPANHA:
ITÁLIA:
HOLANDA:
BRASIL:
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com colaboração de Raq9
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
O Que a Reforma Ortográfica Portuguesa Deixou Para Trás!
Abaixo um mini-dicionário para conseguir entender algumas palavras (e variantes) que, por sorte, não serão modificadas pela Reforma.
obs: a imagem foi achada no google

Lusitanês:
Giro = bonito
Durex = camisinha
Fixe = legal (ñ, ñ é o mesmo que fish)
Fufa = sapatão
Colocar palitos = chifrar
Broche = boquete
Cuscar = fuxicar
Picadura = injeção
Tomates = bolas
Cara de puto = cara de menino (essa me assustou um bocado)
Rabo = Traseiro (mas rabo não é algo pejorativo como no Brasil)
Cu = Bunda
Olho do Cu = Cu
obs: a imagem foi achada no google
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
12 Hombres Sin Piedad
Esa quizá ha sido una de las películas más baratas a ser producida ya que la acción ocurre casi todo el tiempo en un único escenario. Sin embargo, cada ínfimo espacio del pequeño salón es aprovechado de una manera que recuerda el teatro. El tamaño del sitio, así como el ventilador roto, corrobora con la sensación de tensión de los personajes, y el público acaba por sentirse tan claustrofóbico como probablemente se sentían los jurados.
En verdad, existen dos versiones de esa película, con pocas, aunque importantes, alteraciones. En ambas, un joven latino es acusado de matar su propio padre y cabe a los doce jurados definir cual es la sentencia. En un primer instante, eses hombres parecen formar un jurado bastante heterogéneo. Cada un tiene un empleo diferente, diversas edades y nadie se veste la misma manera que el otro. A pesar de eso, a los pocos podemos notar que todos poseen algo en común que influya directamente en su decisión final… todos ellos son hombres y nadie es de la misma etnia que el acusado.
En la versión de los años 50, la acción se pasaba en una época en que el racismo era más do que reinante, era legalizado. En aquel período, había en los colegios la separación entre blancos y negros, y basta que nos recuérdennos el caso de Rose Parks (que había sido detenida por no ceder su sitio en el autobús a un hombre blanco) para entendiéremos como la color de piel influenciaba la manera como eran vistas las personas.
En esa primera película, todos los jurados son blancos e en los momentos finales, el racismo muestra su cara demostrando que aquellos jurados dejaban que sus valores influenciaran en su decisión de acusar o declarar inocente un joven.
Ya en los años 90, en una época que quizá pueda ser caracterizada por la “ola” del políticamente correcto, tres de los jurados eran negros, pero, ninguno era latino como el acusado. Otro tópico era entonces abordado, la cuestión de la xenofobia. Algunos de los jurados más conservadores (quizá más reaccionarios) llegan a tornar claro que el joven era violento justamente por ser latino. La escena más espantosa es cuando un personaje negro reclama que sus “hermanos” sufrieron luchando por derechos que un ‘inmigrante’ tendría de gracia.
En el principio de las dos versiones, casi todos votan automáticamente ‘culpado’ sin al menos avaliar propiamente las pruebas. Su rápida sentencia no se basa apenas en el preconcepto, pero también en diversos factores. Nadie parecía tener participado de un jurado e todos poseían alguna ocupación que los aguardaba en el lado de fuera.
Demostraban poca preocupación con el facto de la vida de un joven estar en sus manos. Sin embargo, un hombre (Henry Fonda en la primera versión e Jack Lemmon en la segunda) decide los desafiar al votar inocente, afirmando que era necesario avaliar más detalladamente las evidencias que no tenían se quedado claras para él.
A pesar de esa película poseer pocos elementos en común con lo típico melodrama, ella se encaja perfectamente en ese género porque nos causa compasión y temor, sus dos propiedades esenciales (ALTMAN, Rick – “Los Gêneros Cinematográficos” - página 28). Los actores de esa película poseen la habilidad de conmover sin que sea necesario la utilización del exagero.
Si leváramos en consideración solamente producciones más representativas de esa clasificación, percibiríamos diferencias visibles. Por ejemplo, no hay ninguna mujer en escena ni cualquier mención a un romance. Tampoco hay interpretaciones demasiado teatrales como a que se tornó regla entre las grandes divas de los años 30 y 40. Aunque el melodrama sea asociado a las producciones volteadas al público femenino, el crítico Ben Singer (“Female Power in the Serial-Queen Melodrama: The Etiology o fan Anomaly”) apunta que en verdad ese género estaba más relacionado a acción, aventuras y hombres de clase trabajadora en los primeros años del cine. Es decir que esa película representa perfectamente el melodrama.
La conducta moralista también está presente y se torna evidente cuando el personaje de Fonda declara, en un tono de sermón, que algunos de los jurados poseían todavía la misma visión tacaña de sus antepasados.
A pesar de que tenga dos personajes centrales que se tornan polos opuestos caracterizando muy bien el bueno y el malo, los otros no son presentados de manera maniqueísta (como es de costumbre en ese género), pero como seres complejos cuyas opiniones y actitudes pueden variar de acuerdo con lo que consideran como correcto llegando, al final, a la misma conclusión: de que el joven acusado es en verdad inocente.
En verdad, existen dos versiones de esa película, con pocas, aunque importantes, alteraciones. En ambas, un joven latino es acusado de matar su propio padre y cabe a los doce jurados definir cual es la sentencia. En un primer instante, eses hombres parecen formar un jurado bastante heterogéneo. Cada un tiene un empleo diferente, diversas edades y nadie se veste la misma manera que el otro. A pesar de eso, a los pocos podemos notar que todos poseen algo en común que influya directamente en su decisión final… todos ellos son hombres y nadie es de la misma etnia que el acusado.
En la versión de los años 50, la acción se pasaba en una época en que el racismo era más do que reinante, era legalizado. En aquel período, había en los colegios la separación entre blancos y negros, y basta que nos recuérdennos el caso de Rose Parks (que había sido detenida por no ceder su sitio en el autobús a un hombre blanco) para entendiéremos como la color de piel influenciaba la manera como eran vistas las personas.
En esa primera película, todos los jurados son blancos e en los momentos finales, el racismo muestra su cara demostrando que aquellos jurados dejaban que sus valores influenciaran en su decisión de acusar o declarar inocente un joven.
Ya en los años 90, en una época que quizá pueda ser caracterizada por la “ola” del políticamente correcto, tres de los jurados eran negros, pero, ninguno era latino como el acusado. Otro tópico era entonces abordado, la cuestión de la xenofobia. Algunos de los jurados más conservadores (quizá más reaccionarios) llegan a tornar claro que el joven era violento justamente por ser latino. La escena más espantosa es cuando un personaje negro reclama que sus “hermanos” sufrieron luchando por derechos que un ‘inmigrante’ tendría de gracia.
En el principio de las dos versiones, casi todos votan automáticamente ‘culpado’ sin al menos avaliar propiamente las pruebas. Su rápida sentencia no se basa apenas en el preconcepto, pero también en diversos factores. Nadie parecía tener participado de un jurado e todos poseían alguna ocupación que los aguardaba en el lado de fuera.
Demostraban poca preocupación con el facto de la vida de un joven estar en sus manos. Sin embargo, un hombre (Henry Fonda en la primera versión e Jack Lemmon en la segunda) decide los desafiar al votar inocente, afirmando que era necesario avaliar más detalladamente las evidencias que no tenían se quedado claras para él.
A pesar de esa película poseer pocos elementos en común con lo típico melodrama, ella se encaja perfectamente en ese género porque nos causa compasión y temor, sus dos propiedades esenciales (ALTMAN, Rick – “Los Gêneros Cinematográficos” - página 28). Los actores de esa película poseen la habilidad de conmover sin que sea necesario la utilización del exagero.
Si leváramos en consideración solamente producciones más representativas de esa clasificación, percibiríamos diferencias visibles. Por ejemplo, no hay ninguna mujer en escena ni cualquier mención a un romance. Tampoco hay interpretaciones demasiado teatrales como a que se tornó regla entre las grandes divas de los años 30 y 40. Aunque el melodrama sea asociado a las producciones volteadas al público femenino, el crítico Ben Singer (“Female Power in the Serial-Queen Melodrama: The Etiology o fan Anomaly”) apunta que en verdad ese género estaba más relacionado a acción, aventuras y hombres de clase trabajadora en los primeros años del cine. Es decir que esa película representa perfectamente el melodrama.
La conducta moralista también está presente y se torna evidente cuando el personaje de Fonda declara, en un tono de sermón, que algunos de los jurados poseían todavía la misma visión tacaña de sus antepasados.
A pesar de que tenga dos personajes centrales que se tornan polos opuestos caracterizando muy bien el bueno y el malo, los otros no son presentados de manera maniqueísta (como es de costumbre en ese género), pero como seres complejos cuyas opiniones y actitudes pueden variar de acuerdo con lo que consideran como correcto llegando, al final, a la misma conclusión: de que el joven acusado es en verdad inocente.
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